quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Um Pouquinho de Feng Shui Não Faz Mal...



Para quem não sabe, Feng Shui é uma arte milenar chinesa de harmonização de ambientes. Existem muitos livros a respeito no mercado, então não vou me estender em explicações, mas aconselho a qualquer pessoa que leia um destes livros.

É claro, como tudo na vida, existem certas crenças que esta filosofia defende nas quais eu não creio, e que acho até exageradas. Cada um julgue por si mesmo. Mas em algumas delas, eu acredito piamente. Por exemplo: na energia emanada pelos ambientes e pelas pessoas que neles transitam, trabalham ou vivem. Na influência que as cores tem sobre a vida das pessoas e na importância da ordem, da limpeza e da organização.

Quem nunca entrou em uma sala ou na casa de alguém, e imediatamente teve um forte sentimento de desconforto, sonolência ou até mesmo náusea ou dores de cabeça? É a energia estagnada no local. Principalmente após alguma briga ou discussão, ou se as pessoas que ali vivem não tem como hábito a harmonia e a sinceridade.

O Feng Shui ensina que as cores e a arrumação dos ambientes tem influência direta na vida das pessoas, e nisso eu acredito piamente. Por exemplo, não gosto de entrar em escritórios cinzentos. Já trabalhei em uma sala cor-de-gelo, sem janelas, onde pilhas de livros empoeirados iam até o teto. Vivia desanimada, sonolenta, e com fortes dores de cabeça. Acho que era a síndrome do edifício doente. 

Se prestarmos atenção, veremos que pessoas que não se cuidam, negligenciando a aparência física e a saúde, e ainda afirmam que "não ligam para esse tipo de bobagem", são desorganizadas, tem a vida tumultuada, e a auto estima geralmente muito baixa, mesmo que tentem disfarçar, fazendo crer que se acham o máximo.




O acúmulo de coisas velhas, gastas e em mau estado, que não se usam mais, pode comprometer seriamente o progresso e até mesmo a saúde de uma pessoa. O universo segue uma ordem, existe um ciclo contínuo de ir e vir, e quando acumulamos coisas, interrompemos este ciclo, e consequentemente, o que deveria vir de bom para nós acaba não vindo. Por falta de espaço.

Tenho como hábito sempre doar alguma roupa toda vez que compro uma nova peça. Também doo livros e utensílios domésticos, toda vez que compro coisas novas. Nunca acumulo coisas que não uso mais. E aquilo que eu doo, eu o faço sem medos ou arrependimentos.

Também acho importantíssimo cultivarmos o hábito de agradecer, sempre, em todas as ocasiões, mesmo pelas coisas mais simples para as quais a maioria das pessoas não dá importância, como dormir em uma cama aquecida, ter água no chuveiro ou um pãozinho e café com leite de manhã. Quem vive reclamando nunca sai do sufoco. 

A vida nos traz aquilo que atraímos pela força do pensamento, e embora pareça um cliché de livro de auto ajuda, esta é a mais pura verdade. Quem duvida, que experimente, mas que o faça de boa vontade e disposto a acreditar. De nada vale dizer que tudo isso é bobagem, como aquelas pessoas que vivem não gostando sem nem ao menos provar.

Acho que o caminho para um mundo melhor começa dentro de nossas casas. Se somos felizes e vivemos em harmonia com nossas famílias, se mantemos nossa casa e nossa calçada limpas, se cuidamos da rua onde moramos e respeitamos o trabalho alheio, enfim, se cuidamos da nossa própria vida da melhor maneira possível, o resultado há de ser bom. quer você acredite ou não em Feng Shui.




quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Trabalhar em Casa









Trabalho em casa há quase nove anos. E nesse tempo, descobri muitas vantagens a esta minha opção:

-Nada de enfrentar as agruras do clima: calor demais, chuva, sol forte, frio intenso - logo de manhã cedo.
-Sem ônibus lotados e engarrafamentos.
-Menor custo com lanches e roupas.
-O prazer de criar o próprio horário de trabalho, e de fazer o trabalho da maneira que considero adequada e mais eficiente, sem precisar dar satisfações a chefes que, muitas vezes, criam expectativas impossíveis e estabelecem metas estressantes.
-Estar em minha própria casa o tempo todo, e aproveitar os intervalos para cuidar dela, ler um bom livro, ficar no jardim, criar novas aulas.

Mas nem tudo são flores... é preciso pensar em várias coisas antes de se tomar a decisão de trabalhar em casa. Quem não gosta de ficar sozinho, jamais deve fazer esta opção! Teremos menos tempo para sair, e portanto, precisamos administrar bem esse pouco tempo em que estamos na rua para que façamos tudo o que for necessário.

Perdemos contato com os colegas de trabalho, pois não fazemos mais parte de um grupo. É preciso empenhar-se bastante, se quisermos manter amizades.

Ficar em casa também provoca uma certa acomodação contra  a qual muitas vezes precisamos lutar... por exemplo, se temos um compromisso marcado e começa a chover, logo pensamos em adiá-lo ou cancelá-lo. Mas temos que lutar contra essa preguicinha. 

Mas quando eu coloco vantagens e desvantagens na balança, as primeiras contam muito mais. Nada como poder administrar o próprio tempo e escolher como desejo trabalhar!

Outro cuidado a ser tomado, é não deixar que o trabalho se misture à rotina da família; estabelecer horários para dedicar-se a ambos devidamente é muito importante! Nada de deixar o maridão de lado... e tomar muito cuidado para não fazer do pijama sua roupa de trabalho! Cuidar da aparência continua sendo importante quando se trabalha em casa.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Casa em Ritimo de Natal






Mais uma vez, abrimos os olhos e estamos quase em novembro! Hora de começar a pensar no Natal - arrumar a árvore e a casa para recebê-lo - mas principalmente, arrumar o espírito. 

Existe algo diferente com o natal, e fico pasma quando alguém me diz que não aprecia esta data. Bem, eu compreendo que ela nos traz recordações de pessoas que já se foram e de natais nos quais havia mais convidados à mesa... mas a vida é assim, ela tem seus ciclos, suas perdas. Precisamos aceitar os adeuses que ela nos impõe.

Foram-se meus pais, meu sobrinho, meu sogro. Mas nós ainda estamos aqui. No Natal do ano passado, minha mãe estava desacordada em um hospital. Foi um dos meus piores natais. Ela se foi na noite  de ano novo, mas eu ainda estou aqui!

Eu sempre tenho o hábito de, ao montar a árvore, dedicar um enfeite a cada pessoa da família e aos amigos. E mesmo que eles não estejam mais aqui, nada me impede de continuar fazendo a mesma coisa. Posso continuar pedindo que,estejam aonde estiverem, eles estejam bem.

Não quero amargar a vida, não desejo tornar-me uma pessoa triste, taciturna e saudosa. Quero continuar sentindo a magia que há na vida, na natureza, nas datas especiais. Todo mundo deseja estar feliz a maior parte do tempo, e eu não sou exceção.

Portanto, continuarei enfeitando a casa - e agora, os blogs - para receber o natal.



sábado, 26 de outubro de 2013

Casas de Petrópolis

Casa dos Sete Erros, na Rua Ipiranga - aberta à visitação



Adoro caminhar pelas ruas de Petrópolis, especialmente aonde estão construídas as casas antigas... Eu, que sou absolutamente fascinada por casas e suas histórias, fico às vezes parada diante delas, fotografando e tentando imaginar quem viveu ali, o que sentia, qual era a paisagem vista da janela.


Casa de Santos Dumont, "A Encantada"


Algumas casas tem história, como algumas mansões de Petrópolis. Outras, são verdadeiras lendas... nunca me esqueço das histórias contadas pela Tia Rosa sobre os jardins do Museu Imperial; uma delas: um dia, ela caminhava pelo jardim, quando viu um padre caminhando em direção contrária. Como achasse estranhas as suas roupas, ao passar por ele, ela virou-se para trás para olhar melhor. Qual não foi sua surpresa ao constatar que não havia ninguém!


Museu Imperial, antiga residência da família Imperial



Fico triste que algumas das casas estejam abandonadas... tão bonitas! É triste uma casa vazia. Rapidamente, ela se deteriora, mesmo que tenha sido reformada recentemente, As casas também morrem de solidão! Há pouco tempo, reformaram a casa aonde antigamente funcionava a sede da Caixa Econômica Federal, no centro da cidade. Seria um centro de informação turística, mas o projeto desandou, e hoje, a casa encontra-se para alugar. Vazia. Apesar da reforma recente, já se percebe vazamentos pelas paredes.





Adoro também os nossos sobrados, no Centro Histórico... pena que alguns também encontrem-se em péssimo estado.

sobrados em Petrópolis - foto: Rafael Soares

Uma casa exige cuidados e atenção constantes. Precisa ser limpa e arejada. mais do que tudo, uma casa precisa ser habitada! Elas necessitam de vida entre suas paredes, música, vozes, sol entrando pelas janelas, noites de natal enfeitadas, passos no piso. Uma casa precisa ser amada, pois as casas tem almas.

Linda mansão abandonada e em ruínas, próxima à Praça da Liberdade. Costumava ser fantástica!






terça-feira, 22 de outubro de 2013

Durante a Noite





Acordei com a tempestade. Da minha fronha cor-de-rosa e confortável, onde eu apoiava meu rosto, via os relâmpagos que cruzavam o céu lá fora, e ouvia o barulho da chuva torrencial que era despejada com força nas telhas. Corri lá para baixo, e resgatei minha cadela, que já estava apavorada na varanda da frente.

Mal abri a porta, e ela entrou, indo alojar-se no tapete do meu quarto. Passamos a noite assim, juntas, ambas unidas pela tempestade que caía.

E a casa silenciosa estalava ao som dos trovões, a cama tremia, a paisagem vista pela vidraça tornava-se dia de repente. E eu pensei nas tantas pessoas que, àquela hora, ao invés de se sentirem seguras em suas casas, estariam de olhos arregalados de terror, prontos a correr assim que as sirenes de advertência soassem...

Algumas casas não são seguras. Muitas casas. A maioria delas, talvez. E as pessoas que nelas vivem estão em constante estado de alerta. E quando tudo cai, - se elas sobrevivem - recomeçam  suas vidas construindo novas casas em locais ameaçados. E  assim é suas vidas, um contaste ciclo de perder tudo, refazer tudo e viver morrendo de medo...

Será diferente algum dia?



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Uma Pérola de Rubem Alves








"Quem constrói uma casa faz um poema. Por isso enchemos as casas de plantas, de quadros, de música, de livros."

Não é uma verdadeira pérola? Pois é do livro de crônicas "Ostra Feliz Não Faz Pérola." Para ser lido no silêncio da casa. Pela alma.





segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Sobre a Inveja




Ontem eu li uma crônica maravilhosa de Rubem Alves sobre a inveja. Ele conta a história de uma mulher que convidou os amigos e parentes para sua open house, após realizar seu grande sonho de construir sua própria casa; achou que deveria partilhar seus momentos de alegria e realização com aqueles a quem amava, tendo a certeza de que eles ficariam alegres por ela. 

Dias depois, ela, muito decepcionada, contou a ele o quanto seus amigos e parentes a decepcionaram; ao invés de falarem sobre as coisas boas que havia na casa, trataram de desvalorizar suas conquistas, fazendo comentários que diminuíam seu gosto; disseram, diante de cada detalhe cuidadosamente elaborado por ela, o quanto eles teriam feito diferente se fosse na casa deles; ou então, diziam que aquilo não funcionaria, pois tinham feito o mesmo em suas casas, e passavam a explicar seus motivos para tais conclusões.

Ao final da visita, ela estava triste e decepcionada. Então, ele explica-lhe que seus 'amigos' e parentes não ficarão felizes pelas suas conquistas; eles terão inveja! 

É triste, mas é real... quando terminar sua construção ou reforma, não espere que seu open house lhe traga somente alegrias... mas seja feliz assim mesmo, curtindo cada cantinho da casa que você construiu ou reformou, confiando sempre no seu bom gosto. Lembre-se de que ela tem que ser bonita e confortável para você, e não para os outros!

E ao ser convidada para uma open house, lembre-se de não ser estraga-prazeres. Elogie o que achar bom, faça uma cara agradável, sorria, parabenize seu amigo ou parente pela conquista e tente, sinceramente, ficar feliz por ele, pois ficar feliz pelas conquistas alheias, é sinal de generosidade, avanço espiritual e amizade verdadeira!



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Receita de Liquidificador



Nada mais prático do que, em um daqueles dias em que não estamos nos sentindo inspirados para encarar a cozinha - talvez porque não temos muitas opções na despensa, já que estamos igualmente preguiçosas demais para encarar o supermercado - possamos fazer algo rápido, fácil e gostoso.

Lembro-me que meu sobrinho adorava meus 'bolos de liquidificador.' É simples: basta juntar:

-1 copo de trigo
-1 copo de leite
-meio copo de óleo
-temperos à gosto (às vezes eu só colocava salsa e cebolinha picadinhas)
-1 pacote de queijo ralado


Bata tudo no liquidificador. A massa fica molinha mesmo. Depois, coloque em tabuleiro untado, não muito grande, com manteiga e farinha de trigo.

Recheio:

-sobras (pode ser presunto picado, carne moída, uma latinha de atum, legumes que sobraram da refeição anterior, muçarela picada, espinafre, enfim, use a imaginação e o que estiver disponível na geladeira ou na despensa. 

Cobertura:

-Pode cobrir com queijo ralado ou muçarela em tiras, azeitonas e tomates cortados em rodelas.

Leve ao forno. Não especificarei por quanto tempo, pois cada fogão é diferente, e a temperatura local também influencia. Melhor é, após uns quinze ou vinte minutos, testar com o garfo. Se estiver douradinho e cozido, é só servir. Pode acompanhar com uma salada de folhas verdes e/ou arroz, ou até mesmo, servir como prato único, se a preguiça for grande demais. Mas, se ela for ainda maior do que eu estou pensando, não hesite: encomende uma pizza.



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O Segredo do Cipreste







Existe um velho cipreste no meu jardim. Na verdade, foi ele uma das coisas que mais me atraíram neste terreno, desde a primeira vez que olhei para esta casa, há doze anos. Apaixonei-me pelos passarinhos que estavam pousados em seus galhos, e visualizei uma linda árvore de natal enfeitada e cheia de luzes - projeto que, infelizmente, nunca pus em prática... mas ainda há tempo.

percebi há algum tempo, que está crescendo um musgo esbranquiçado pela sua casca. Geralmente, esse musgo começa a aparecer no inverno, e no verão, ele some quase totalmente. Mas algumas árvores não conseguem resistir, e acabam morrendo, ou perdendo muitos galhos, que caem sobre o gramado, totalmente apodrecidos.

Mas o cipreste resiste, e continua resistindo, há muitos e muitos anos. Ele é ainda mais antigo que esta casa, e dizem, foi plantado por Carlos Prestes (não sei se essa história é verdadeira, mas foi o que a antiga proprietária da casa, já falecida, contou-nos).



Ontem eu estava no jardim, quando de repente olhei para o tronco coberto de musgo e resolvi chegar mais perto para ver melhor, e descobrir o segredo do cipreste. Passei as mãos pelo musgo ressecado e esbranquiçado, e um pedaço da casca do tronco soltou-se. Com a unha, comecei a remover pedaços de placa, e sob elas, encontrei uma nova madeira, marrom-escura e totalmente saudável! Continuei na minha atividade, e quando terminei, vi que por baixo do musgo, a árvore está intacta! O segredo do cipreste? Ele não absorve o musgo, nem tenta livrar-se dele. Simplesmente solta os pedaços de casca infectados, e assim, protege-se, renovando-se sempre.



Pensei no quanto nos preocupamos em combater, brigar, desinfectar-nos de influências e pessoas negativas, quando tudo o que precisamos fazer, é soltar a casca e deixar crescer uma pele saudável. A superfície que tanto tentamos defender não é o que dá vida à árvore, é algo mais, é a seiva, que pode ficar muito bem protegida quando não a desperdiçamos com coisas, pensamentos e atitudes desnecessárias.

Olhei para os galhos mais altos do cedro, onde vários passarinhos estavam pousados tranquilamente. As folhas, muito verdes e saudáveis. Recolhi as cascas secas, e fui jogá-las no lixo.





quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Os Benefícios do Sal Grosso na Casa e na Alma






Texto recebido por e-mail. Procura-se a autoria


SAL GROSSO CIENTIFICAMENTE PROVADO: TEM O MESMO COMPRIMENTO DE ONDA DA COR VIOLETA.




Não é misticismo. É ciência.




Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de energias nefastas.
O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas.
Ele tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos
Visto ao microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados.

As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa, por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias, já se percebe a diferença. Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmoura.

A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação.

A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite, no quarto, para que o sono não seja perturbado.



Já foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos).
Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas:

Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.

Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada.

A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa.



Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário.

Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal.

Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra.

Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver.

No Japão, o sal é considerado poderoso purificador pessoal e de ambientes.
Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora.
É também símbolo de lealdade na luta de sumô.
Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade. Use esse poderoso aliado!

É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajudar em momentos de dificuldade e de esgotamento energético!



Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso:

Fisiológicos:
Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus.
Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde
Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades.
Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações.
Ajuda a aliviar artrite e reumatismo
Ajuda a aliviar a dor lombar crônica

Benefícios estéticos:
Tira as impurezas da pele
Alivia irritações da pele como psoríase /eczema.
Alivia comichão, ardor e picadas.
Suaviza e amacia a pele• Incentiva a pele se renovar.
Ajuda a curar as cicatrizes.
Restaura o equilíbrio a umidade da pele.



Ocupacional:
Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna
Alivia a tensão nas mãos e punhos.
Ajuda a aliviar lesões ocorridas nas práticas esportivas.

Psicofísica:
Proporciona um relaxamento profundo
Ajuda a aliviar o estresse e tensão
Para facilitar seu banho com o sal grosso, vamos ensinar uma forma:

Pegue uma meia fina, coloque dois punhados de sal grosso dentro da meia e dê um nó leve na extremidade para não vazar o sal.
Depois de seu banho convencional, coloque a meia na nuca (parte de traz do pescoço) e deixe a água do chuveiro caindo na meia.
Assim o sal vai derretendo dentro da meia e escorrendo pelo seu corpo. E se quiser, pode ir movimentando a meia pelo corpo.
Tome poucos banhos com o sal no começo, até sentir que consegue repor a energia positiva.
Não conheço ninguém que se prejudicou com banho de sal grosso, só alerto para não te deixar com fraqueza por excesso de banhos. É só uma dica.
Faça seu banho com sal grosso, e em seguida deite e relaxe ao som de uma música, com luz de velas, incenso e meditação.



Curiosidades:
__ Muito antes de Cristo o uso do banho de mar para cura era sistemático na China e em seguida em outros lugares no mundo.
Hipócrates incentivou curadores de fazerem uso de água salgada para curar várias doenças imergindo seus pacientes em mar água.
O banho de sal tem muitos efeitos sobre os músculos e o sistema nervoso, assim agindo para combater o stress, e aliviando tensões.
Sódio auxilia na eliminação das toxinas do organismo e age como o brometo de um relaxante muscular natural, que faz com que seja benéfico para quem sofre de artrite.
Os sais podem alterar o equilíbrio osmótico da água, e o sulfato de magnésio pode ser absorvido através da pele, causando um efeito anti-inflamatório.
Outro efeito é o de eliminar a energia negativa que acumulamos no dia a dia, e talvez este seja o mais aplicado na utilização do sal grosso no banho. O banho mais eficaz para a energia do corpo é o simples banho de mar, mas nem sempre esta ao alcance de todos.


__ Cleópatra, mulher famosa por sua aparência jovem por toda sua vida, mesmo quando ela envelheceu, tinha um segredo: os banhos com o Sal do Mar Morto.
O sal do Mar Morto é usado terapeuticamente no mundo todo, para ajudar a pele a ser firme, saudável e conservada. Também é famoso porque alivia dores musculares.