terça-feira, 18 de abril de 2017

Música Na Casa






Adoro faxinar a casa escutando música. Geralmente, coloco alguma coisa alegre e mais agitada enquanto limpo, arrumo e varro. Confesso que coloco o som um pouquinho alto, para que eu possa escutar mesmo estando longe. 

Depois, quando a faxina termina, eu ponho uma seleção de músicas bem suaves, acendo um incenso e ando pela casa, 'curtindo' o resultado.

A música não é apenas uma coleção de sons e instrumentos musicais que são colocados juntos em uma melodia. Música é bem mais do que tudo isso. De acordo com o site Portal Ciências e Cognição (cienciasecognicao.org),


"A música possui um alto potencial terapêutico ainda não conhecido em sua totalidade por conta da falta de estudos na área da musicoterapia. Essa ciência já foi usada para melhoras cognitivas em doenças como Parkinson, demência senil e  hiperatividade. Na epilepsia foi comprovado por meio de um estudo que incluiu 11 crianças de Taiwan com idade entre 2 a 14 anos com epilepsia refrataria. O estudo comparou as crises 6 meses antes do tratamento e 6 meses durante a exposição. Foi constatado em 73% das crianças obteve uma melhora de 50% nas crises e em 2 pacientes a inexistência de crises durante o tratamento. A música pode promover a liberação de dopamina inundando assim os sistemas dopaminérgicos receptores de D2. Em pacientes com epilepsia do lobo temporal, a inundação de dopamina pode potencialmente se comportar como um anticonvulsivante."

Antigamente, nós tínhamos os discos de vinil, que podiam ser caros, além de pesados, delicados. tais discos continham às vezes doze faixas musicais - seis de cada lado - e se não tomássemos cuidado, eles poderiam arranhar-se, resultando em uma repetição constante do trecho no qual o arranhão se encontrava. 

Mais tarde, vieram os CDs. Cabiam mais músicas neles, e o som era mais limpo, embora pudessem ser arranhados, como os vinis. Depois, mais recentemente, chegaram os pendrives, onde, dependendo de quanto espaço de armazenamento possuíssem, poderíamos guardar mais de mil músicas - ou mais. Ainda são muito usados, e eu tenho os meus. a desvantagem, é que eles quebram e estragam com muita facilidade, e perdemos todas as músicas se não as guardamos também em outras mídias. 

No momento, estou me acostumando aos sites e aplicativos  de música, como o Spotify, onde podemos escutar de tudo, desfrutando das playlists que o aplicativo oferece ou então escolhendo as músicas e formando as nossas próprias. Pagando apenas $16,00 ao mês, temos acesso ilimitado a qualquer tipo de música, de qualquer país ou gênero musical. E ainda podemos escolher músicas para fazer  download, e elas estarão disponíveis para ouvirmos a qualquer momento, mesmo sem conexão de internet. através de conexão bluetooth, podemos 'jogá-las' de nossos dispositivos móveis para nossos aparelhos de som, desfrutando de um som melhor qualidade.

Música é movimento, é vida, sentimento. Portanto, escolha  a sua 'playlist' e divirta-se! 





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